sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O posicionamento e suas transformações na publicidade

Bianca Waideman Pereira; Edson Roberto Bogas Garcia
Revista Temática - Ano X, n. 02 – Fevereiro/2014


Resumo: O conceito de posicionamento está diretamente ligado ao modo como a publicidade executa suas estratégias. A partir dessa proposição, o presente trabalho, de caráter exploratório e teórico, discute o posicionamento de marketing, dada a sua evolução desde a concepção do conceito e a variabilidade com que vem sendo tratado. O avanço da tecnologia fez que vivêssemos hoje em uma explosão de informação, levando a um embotamento da percepção do ser humano, sendo, dessa maneira, mais difícil ocupar lugar de destaque na mente do consumidor. Isso possibilitou que o surgimento da ‘Era do Posicionamento’ acarretasse mudanças na maneira de ver e de pensar a publicidade e suas estratégias, pois existem produtos, empresas e informação demais. É necessário criar um novo conceito na mente dos possíveis consumidores, religando tudo aquilo que eles já possuem, e, se possível, até mesmo, redirecionando todas essas conexões já pré- existentes.



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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Brasil melhora em ranking de corrupção, mas isso não é bom

Beatriz Souza
03/12/2014

Manifestante segura cartaz contra corrupção durante protesto em Porto Alegre

O Brasil subiu três posições no ranking de corrupção elaborado pela organização Transparência Internacional. De acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira, o país está na 69ª posição no Corruption Perception Index (Índice de percepção de corrupção, em tradução livre).

Foram avaliados 175 países - os que ficaram nas primeiras posições são os menos corruptos. O ranking foi feito com base em notas que vai de 0 a 100. Quanto mais próxima de zero, mais corrupto é o país.

O Brasil registrou 43 pontos, um a mais do que no ano passado. Com isso, o país subiu 3 posições em relação ao ranking de 2013 - mas isso não é uma boa notícia.

Primeiro, porque com esta pontuação o Brasil continua sendo considerado mais corrupto que nações como Ruanda, Namíbia, Cabo Verde, Emirados Árabes, Turquia e Cuba. Na América Latina, o Brasil está atrás de Chile e Uruguai, ambos com 73 pontos e na 21ª posição do ranking. Veja quais são os 40 países mais corruptos do mundo.

Além disso, o avanço em apenas um ponto pode ser um sinal de que o Brasil está estagnado no assunto. E em termos de corrupção nacional, estagnação é um péssimo sinal.

Segundo Alejandro Salas, diretor regional para as Américas da Transparência Internacional, cada ano sem melhoras significa mais 365 dias perdidos no processo de fortalecimento das instituições do Estado e da melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Para o especialista, o sutil avanço do Brasil no ranking pode ser explicado porque com algumas reformas pontuais contra a corrupção, mas que, na prática, não trazem avanços em questões centrais. 

O caso do escândalo da Petrobras é um exemplo, segundo Salas. "Ao invés de fazer uso positivo de sua influência como líder geopolítico, o Brasil mostra sinais de estagnação e até mesmo de atraso, permitindo o abuso de poder e o roubo de recursos do país para o benefício de poucos", afirmou o diretor em texto publicado no estudo.

A culpa também é sua

Apesar das críticas aos agentes públicos, Salas diz também que o cidadão comum tem sua parcela de responsabilidade pela corrupção. "Parece pouco realista pensar que os que se beneficiam da corrupção serão aqueles que vão trabalhar para erradicá-la", afirma.

Ele diz que os membros da sociedade civil também são culpados em vários níveis: quando subornam um policial para se livrar de uma multa, quando justificam o voto em um político corrupto usando a famosa frase "ele rouba mas faz" e quando simplesmente se conformam com a ideia de que a corrupção é inevitável.


Disponível em http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/brasil-melhora-em-ranking-de-corrupcao-mas-isso-nao-e-bom?utm_source=newsletter%26utm_medium=e-mail%26utm_campaign=news-diaria.html. Acesso em 03 dez 2014.

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

56% dos anúncios digitais não são visualizados, aponta Google

Proxxima
03 dez 2014

56% dos anúncios digitais não são visualizados, aponta Google 

Mais da metade dos anúncios digitais (56,1%) não são visualizados por humanos, diz o relatório divulgado nesta quarta-feira, 3, pelo Google.

“Com o avanço de novas tecnologias sabemos que muitos anúncios display nunca têm a oportunidade de serem vistos pelo usuário”, afirmou Sanaz Ahari, gerente de produto do Google, em um post no blog oficial da empresa.

Esses anúncios aparecem fora da área visível da janela do navegador. E se os robôs forem levados em conta, ainda menos anúncios são vistos pelas pessoas que os anunciantes querem atingir.

O relatório chega em um momento difícil para o universo digital. Fraude e inventário de má qualidade levantam dúvidas sobre a capacidade da indústria em entregar o que é vendido para os anunciantes.

A publicação desses dados pelo Google, a maior empresa de ad-tech do mundo, deve aumentar as preocupações dos profissionais sobre a confiabilidade na indústria publicitária digital. Os resultados apresentados pela gigante de buscas estão baseados em informações coletadas do Doubleclick e de sua rede display no mês de outubro.

O relatório detalhou outros dados sobre viewability com base em dados coletados em julho. O Ad Age salienta que o Google tem um produto de viewability chamado Active View, o que pode explicar a publicação do estudo.


Disponível em http://www.proxxima.com.br/home/negocios/2014/12/03/56-dos-anuncios-digitais-nao-sao-visualizados-aponta-Google.html. Acesso em 03 dez 2014.

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